| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Aves |
| Ordem: | Passeriformes |
| Subordem: | Tyranni |
| Infraordem: | Furnariides |
| Sibley, Ahlquist & Monroe, 1988 | |
| Parvordem: | Thamnophilida |
| Família: | Thamnophilidae |
| Swainson, 1824 | |
| Subfamília: | Thamnophilinae |
| Swainson, 1824 | |
| Espécie: | G. rufigula |
A Mãe-de-taoca-de-garganta-vermelha é um Passeriforme da família Thamnophilidae.
Seu nome significa: do (grego) gummos = nú, pelado; e pithys = referente ao gênero Pithys; não explicado, mas pode ter origem em pitulos = um pequeno pássaro mencionado por Hesíquio de Alexandria; e do (latim) rufus = vermelho, castanho; e gula = garganta, pescoço. ⇒ Pequena ave nua com garganta vermelha. “Petit Merle brun à gorge rousse de Cayenne” de d’Aubenton (1765–1781) (Gymnopithys).
Conhecida também como Mãe-de-taoca-ferrugem.
Mede cerca de 15 cm de comprimento. A plumagem do macho e da fêmea difere somente na cor de uma mancha presente nas costas, entre as asas, a qual é branca no macho e marrom-ferrugíneo na fêmea.
Segue com regularidade formigas-de-correição, em busca de insetos, aranhas e outras pequenas presas afugentadas por estas. Costuma ficar pousado em ramos verticais próximos às formigas, indo ao chão apenas rapidamente para apanhar alguma presa.
Hábitos reprodutivos…
É comum no sub-bosque de florestas úmidas de terra firme.
Presente na Amazônia brasileira ao norte do Rio Amazonas, na região compreendida entre o Rio Negro e o Estado do Amapá. Encontrada também nas Guianas e Venezuela.